
as árvores balançavam violentamente. a chuva dançava com uma fúria a muito tempo não vista. o vento parecia gritar todas as queixas do mundo. foi assim que a noite abateu a cidade, que mergulhou na escuridão, como um filho de castigo que é mandando para a cama sem o jantar.
e alí, no apartamento 101, estavam os três deitados, cada um com seus medos, cada um em seu quarto e, apesar de não o dizerem, estavam acordados, mais acordados do que jamais estiveram, e tudo parecia estar bem assim...
[a tempestade do ano rolando e eu escrevendo à luz de relâmpagos!]

1 comentários:
Eu sempre passo por aqui e me esqueço de comentar o quão magnífico esse texto é. Couto me surpreendendo sempre a cada postagem.
QUERO MAAAAAAAAAAAAIS! Poste, cretina.
Te amão! <33333
- Morais
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